A reportagem apurou que a mulher chegou ao hospital por volta de 12h34, quando fez a ficha de atendimento. Após seis minutos, foi acolhida por uma enfermeira e relatou que não conseguia dormir havia duas noites.
Quando foi informada que não havia médico naquele momento para atendê-la, a pacientes teve um ataque de fúria e passou a derrubar cadeiras, mesas e macas, além de equipamentos de soro e lixeiras, até ser contida e medicada.
O atendimento no hospital ficou prejudicado durante a tarde, enquanto a equipe limpava a bagunça nas salas de atendimento para emergência, curativo, inalação e um consultório médico obstétrico.
PREJUÍZOS
O administrador da unidade, Devanir Pimenta de Souza, disse que tinha médico na emergência, mas que ele estava atendendo outra paciente. "Vamos calcular os prejuízos ainda; um boletim de ocorrência foi registrado", declarou.
Uma fonte contou à reportagem que na hora do fato existiam dois médicos no hospital, porém ambos estavam almoçando. Um deles deveria estar em atendimento até a troca de turno, mas teria terminado o almoço e deixado a unidade. O outro médico que chegou para o plantão também teria ido almoçar.
Souza preferiu não comentar sobre a informação obtida pela reportagem. Segundo ele, a polícia irá apurar o caso.
O delegado Carlos Sérgio Falsirolli afirmou que a acusada vai responder por perturbação do sossego e deve ouvi-la nos próximos dias.
Folha da Região.








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