Ele era próximo de Regina. Em várias imagens de câmeras de segurança da cidade, Pretinho aparece caminhando pelas ruas com a mulher e o suspeito de ter cometido o assassinato dela.
Neste final de semana os policiais decidiram “dar ouvidos” aos sinais do cão. “O cachorro saía daqui, tomava um pouco de sol na ponte e voltava para cá”, disse o comandante Sandro Torres Amante, da ROMU (Ronda Ostensiva Municipal) da GCM (Guarda Civil Municipal) que fez parte das buscas. O comandante se referiu à entrada da mata na frente da avenida Rotary.
“Parecia que ele estava pedindo ajuda para ela [Regina]”, disse o comandante. Os guardas entraram no local onde Pretinho ficava, próximo à ponte. Após buscarem por Regina na mata ciliar do córrego que passa pela avenida, encontraram o corpo dela. O cãozinho de rua estava certo, desde o começo Pretinho sabia onde estava o corpo da mulher que o alimentava.
É possível que o cão seja a única testemunha que presenciou o assassinato de Regina. O local é uma mata fechada, de difícil acesso e cheio de lama, no começo das buscas o suspeito e o cão estavam sujos de lama.
Esse mesmo suspeito foi detido pela polícia no sábado (20) e, em depoimento para a polícia, confessou ter matado Regina. Ele estava foragido, mas foi encontrado pela Polícia Civil de Ribeirão Pires em Sorocaba, cidade a 160 km do local onde o corpo de Regina foi encontrado.
O corpo de Regina foi enterrado nesta segunda-feira (22) em Ribeirão Pires, interior de São Paulo.
R7







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