Filha é presa suspeita em caso de família encontrada carbonizada
A jovem, de 24 anos, morava com a companheira, de 31 anos, e havia visitado a família em um condomínio, em Santo André, na noite em que o crime aconteceu. O circuito de câmeras de segurança do local em que o casal e o filho moravam está sendo analisado pela polícia e foi comprovado que o carro da família saiu de lá acompanhado por outro veículo por voltas das 23h30 da noite do crime.
Os corpos do casal e do adolescente foram encontrados carbonizados no porta-malas do carro da família, um Jeep Compass, na Estrada do Montanhão, uma área de mata. Um laudo preliminar aponta que a família foi morta a golpes de pauladas.
Na primeira visita da polícia à casa onde a família morava, os agentes encontraram o imóvel revirado, além de marcas de sangue pelos cômodos. Em depoimento, a suspeita mencionou um possível envolvimento com agiotas, mas a Polícia Civil já tinha como uma das linhas de investigação uma possível briga familiar.
'Só quero justiça', diz avó de suspeita de matar família em SP
Bastante abalada, Vera conta que não consegue dormir: "eu tô esperando respostas. Eu só tomei banho porque minha irmã mandou. Não me pergunta que lembrança tenho da minha filha, do meu neto e do meu genro. Nós éramos muito unidos, ela me ligava todo dia".Avó e tio da suspeita cobram respostas sobre mortes de filha, genro e neto
O tio da principal suspeita pelo crime revela que o relacionamento da sobrinha com a família era conturbado porque o pai dela não aceitava o fato de ela ser homossexual. Ela e a namorada de 31 anos, também presa por ser suspeita de envolvimento no crime, moravam juntas.
R7







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